O que é inteligência e por que ela é tão valorizada?

Inteligência é a capacidade de aprender novidades e usar seu próprio conhecimento para se adaptar a novas experiências e resolver problemas.

Quanto maior for a inteligência da pessoa, maior será sua facilidade em entender ideias complexas e aprender de forma mais rápida e eficiente a partir dos estudos ou de suas experiências.

Talvez seja por isso que todos queremos ser inteligentes. Jamais se viu outra qualidade ser tão exaltada quanto a inteligência, em todas as épocas e em todas as sociedades.

Mas por que valorizamos tanto a inteligência?

Pode ser porque vemos nela a garantia de muitas outras habilidades e características, como confiabilidade, instrução, cultura, poder de decisão, capacidade de adaptação, e por aí vai. Será apenas isso?

Ainda que estas sejam algumas das razões para valorizarmos tanto a inteligência, elas não são as únicas. Quer descobrir quais são as outras razões para valorizarmos tanto a inteligência? Então leia esse artigo até o final!

Nele buscamos responder ao questionamento: o que é e por que valorizamos tanto a inteligência?

Para esse fim, vamos analisar alguns conceitos como Quociente de Inteligência (QI), inteligência fluida, inteligência cristalizada e a Teoria das Inteligências Múltiplas.

No final ainda daremos algumas dicas para você aumentar sua inteligência. Você é inteligente o bastante para não perder essa oportunidade, não é mesmo? :)

Neste artigo você vai conferir:

O que é inteligência?
Quociente de Inteligência (QI)
Inteligência Fluida e Cristalizada
Teoria das Inteligências Múltiplas
Porque valorizamos tanto a inteligência
É possível aumentar a inteligência?
11 Dicas para ser mais inteligente

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O que é inteligência?

Inteligência é a capacidade de entendimento e compreensão que uma pessoa apresenta. Refere-se à competência de aprendizagem, adaptação, discernimento, comunicação, memorização, resolução de problemas, pensamento abstrato, etc.

Pode-se definir a inteligência como capacidade multidimensional de resolver problemas baseada na aprendizagem através de mecanismos metacognitivos e que é influenciado pela cultura.

Diz-se multidimensional porque envolve outros processos cognitivos, como memória, atenção, aprendizado e muitos outros. Por mecanismos metacognitivos entende-se a compreensão e controle da cognição (pensamento). É o pensar sobre o pensar.

Essa capacidade de analisar o próprio pensamento é, inclusive, o que diferencia a inteligência humana das outras inteligências, como a dos animais e a inteligência artificial.

Foto de um robô tocando teclado.
Photo by Possessed Photography on Unsplash

Então, o que significa inteligência?  

Pode-se dizer que inteligência significa a capacidade humana de aprender e aplicar esse aprendizado.

Revela-se na aptidão que o indivíduo possui para lidar com as situações cotidianas, no âmbito profissional, pessoal e acadêmico. A inteligência também se manifesta em outras capacidades, como o trabalho, a memória e a criatividade.

Isso porque, como você vai descobrir adiante, existe mais de um tipo de inteligência e inteligente não é só aquele que possui bom raciocínio lógico-matemático ou quem aprende qualquer coisa com muita facilidade.

Partindo agora para uma análise etimológica, a palavra “inteligência” tem sua origem no latim e deriva de intellegentia, que significa “capacidade de entender”.

Intellegentia, por sua vez, vem da palavra intelligere, a qual é formada por inter (entre) + legere (escolher).

Deste modo, do ponto de vista etimológico, inteligência significa aquele que compreende, percebe, conhece e sabe discernir sobre determinadas questões.

Quociente de Inteligência (QI)

A criação dos testes de QI data do início do século XX e tinha o objetivo de melhorar o sistema educacional francês. Ainda hoje é uma das formas mais usadas para “quantificar” as habilidades cognitivas de uma pessoa.

Os testes de QI fornecem um resultado em forma de escala, cuja pontuação normalmente vai de 0 a 200. Partindo desta pontuação, os especialistas comparam as habilidades das pessoas em relação à faixa etária.

Estes testes são desenvolvidos para medir as habilidades gerais de resolver problemas e entender conceitos. Isso inclui habilidades de raciocínio, de solução de problemas, de relacionar assuntos e de armazenar e resgatar informações.

Contudo, muitos especialistas afirmam que os testes de QI existentes não são a melhor forma de mensurar a inteligência.  

Tirinha "O Celeiro - Teste de Q.I."
Tirinha "O Celeiro - Teste de Q.I."

Isso porque a psicologia moderna acredita na existência de diferentes tipos de inteligência, e não apenas um tipo de inteligência global e excludente. Basta lembrar do conceito de Inteligência Emocional, por exemplo.

Sendo assim, verifica-se que o teste de QI é um método imperfeito de medir certos aspectos da habilidade intelectual, não podendo ser considerado como absoluto em virtude da sua simplicidade.

Se quiser saber mais sobre QI, leia nosso artigo "Tudo o que você precisa saber sobre o Quociente de Inteligência".

Inteligência Fluida e Cristalizada

Algumas pessoas têm a habilidade de “pensar rápido”.

Isto é, são capazes de reagir imediatamente aos estímulos externos de maneira eficaz, demonstrando inteligência. Porém, essa mesma pessoa pode não apresentar bom desempenho em provas da graduação, por exemplo.

Isso se deve ao fato de que todos nós possuímos dois tipos de inteligência: a fluida e a cristalizada. Estas, no entanto, não são excludentes, mas sim complementares.

A inteligência fluida é a capacidade de resolver problemas novos de forma imediata e relaciona-se com fatores genéticos. Alterações orgânicas decorrentes de lesões ou outras causas irão influenciar diretamente na inteligência fluida do indivíduo.

Essa inteligência funciona quase que de forma instintiva, automática, em dado momento como resposta à situação, estímulo ou necessidade da pessoa. Para isso, ela se vale do raciocínio lógico e intuitivo, e inclui formação de conceitos, sem a necessidade de receber instruções ou de influência socioculturais.

Já a inteligência cristalizada, por sua vez, trata-se da capacidade que o indivíduo apresenta de resolver problemas, sejam eles simples ou complexos, utilizando os conhecimentos adquiridos ao longo do tempo.

É, basicamente, a aplicação dos conhecimentos adquiridos com os estudos e experiências vividas e é influenciada por fatores socioculturais. Ou seja, não tem relação com fatores biológicos como a inteligência fluida.

Até por isso, a inteligência cristalizada é chamada também de “inteligência social” e pode ser encarada como sinônimo de sabedoria.

Essas duas inteligências, como dito, são complementares e igualmente importantes na vida cotidiana.

Quando se faz uma prova, por exemplo, você pode precisar contar com a inteligência fluida para chegar a uma estratégia para resolver um problema de estatísticas, enquanto você também deve empregar a inteligência cristalizada para lembrar as fórmulas exatas.

A inteligência fluida e a inteligência cristalizada mudam durante a nossa vida e têm diferentes “pontos de pico”, isto é, quando atingem seu maior nível de desenvolvimento.

As pesquisas sugerem que alguns aspectos da inteligência fluida podem ter o pico aos 40 anos de idade, enquanto a  inteligência cristalizada atingiria seu ápice em torno de 60 ou 70 anos de idade.

Embora ambas as inteligências aumentem durante toda a infância e adolescência, a fluida começa a declinar progressivamente por volta dos 40 anos. Já a cristalizada continua a crescer durante a vida adulta, tendo o início do seu declínio na velhice.

Isso se deve ao fato de que a inteligência fluida tem uma relação muito mais estreita com os aspectos biológicos do que a cristalizada.

Importante mencionar, também, que algumas pesquisas atuais sugerem que o treinamento cerebral pode desempenhar um papel na melhoria de certos aspectos da inteligência fluida.

Em outras palavras, seria possível aumentar a sua inteligência através de certos estímulos ao seu cérebro. Sobre isso, falaremos no último tópico, no qual traremos 11 dicas para você ser mais inteligente, não deixe de conferir!

Agora que você compreendeu a diferença entre inteligência fluida e cristalizada, vamos analisar a Teoria das Múltiplas Inteligências (ou Inteligências Múltiplas).

Teoria das Inteligências Múltiplas

A Teoria das Múltiplas Inteligências ou Inteligências Múltiplas foi criada pelo psicólogo Howard Gardner a fim de demonstrar que os tradicionais testes de QI não eram suficientes para avaliar todas as habilidades cognitivas do ser humano.

Parte-se da ideia de que não existe uma única e exclusiva forma correta e capaz de solucionar problemas e construir coisas de valor.

Segundo essa teoria, existem pelo menos nove tipos de inteligências complementares entre si, e elas não podem ser mensuradas através de testes simplórios como os testes de QI.

Isso explica o fato de que, por exemplo, algumas pessoas são ótimas em resolver problemas lógico-matemáticos enquanto não apresentam nenhuma habilidade para as artes, e vice-versa.

Assim, não haveria uma inteligência geral, universal, superior, mas sim nove tipos de inteligências, todas com sua importância.

Vejamos quais são as 9 inteligências segundo a Teoria das Inteligências Múltiplas:

Gráfico das Inteligências Múltiplas, segundo Howard Gardner
Gráfico das Inteligências Múltiplas, segundo Howard Gardner.

Lógico-matemática: relaciona-se com a capacidade de realizações operacionais de uma pessoa, ou seja, a aptidão dela com operações numéricas e dedutivas.

Linguística: capacidade de fazer bom uso da linguística para comunicar ideias. Também diz respeito à habilidade de aprender idiomas variados.

Musical: aptidão para compor, tocar ou estar inserido no universo dos padrões musicais.

Espacial: compreensão, reconhecimento e manipulação de situações que estejam considerando a visão como fator determinante (ex. leitura de mapa, xadrez).

Corporal-cinestésica: controlar o seu próprio corpo e determinar os seus movimentos. Também chamada de “inteligência corporal”, está relacionada à capacidade de utilizar os movimentos corporais para resolução de algo.

Intrapessoal: é a mais rara que um ser humano pode desenvolver,  pois é baseada na capacidade de se reconhecer e, por meio disso, compreender nossos limites, preocupações, hábitos, preferências e transformar tudo isso em ganhos pessoais.

Interpessoal: está ligada ao entendimento das intenções e desejos das pessoas. Reflete diretamente na relação social do indivíduo em grupo.

Naturalista: está relacionada ao reconhecimento e classificação de uma espécie da natureza. Charles Darwin foi talvez o maior expoente da inteligência naturalista.

Existencial: ligada à reflexão sobre temas que estão presentes na nossa vida.

Se você é péssimo em solucionar problemas de raciocínio lógico-matemático, mas manda bem em se expressar através da fala ou da escrita, agora entende o porquê.

A importância dessa teoria é enorme, visto que não se pode considerar inteligente somente aquele que entende de matemática. A inteligência deve ser considerada em todas as suas formas e demonstrações.

Tendo respondido ao questionamento “o que é inteligência”, vamos agora analisar porque ela é tão valorizada e o que você pode fazer para aumentar sua inteligência. Continue lendo!

Porque valorizamos tanto a inteligência

Desde os primórdios da humanidade, as pessoas consideradas inteligentes costumam ocupar os cargos mais importantes, pertencer a classes superiores, possuir mais bens materiais, reconhecimento social e etc.

Não importa a época, as pessoas inteligentes sempre foram exaltadas e tratadas como dignas de admiração e respeito.

Talvez isso se deva ao fato de que as pessoas inteligentes sempre sabem o que fazer. São boas em resolver problemas e por isso acabam ocupando os cargos de liderança.

Como consequência disso, nos transmitem mais confiança, afinal são eficientes no que fazem, assertivas em suas escolhas e conscientes em suas atitudes.

Dificilmente são impulsivas. Costumam ter controle sobre seu comportamento, suas falas e ações. Elas pensam antes de falar.

Além disso, quem não gosta de estar na companhia de pessoas que trazem assuntos interessantes para a roda de conversa?

Pessoas inteligentes normalmente são bem informadas e não emitem opiniões radicais, sem realizar uma análise dos fatos. São boas ouvintes e abertas às discussões: não tentam impor suas opiniões como verdade absoluta, pelo contrário, tendem a combater ignorância com informação.

Quem é inteligente também costuma ter o hábito de leitura e estudo. Em razão disso, sempre têm livros e cursos para indicar sobre os mais diversos assuntos.

Percebe-se, pois, que a valorização da inteligência tem muito mais a ver com os hábitos e atitudes dessas pessoas, do que com a inteligência propriamente dita.

O que eu quero dizer com isso é que, embora você acredite não ser tão inteligente assim, é possível conquistar a admiração das pessoas ao redor, adotando posturas de pessoas inteligentes.

Assim, além de conquistar a admiração das pessoas ao seu redor, você conseguirá também aumentar sua inteligência, pois estará estimulando seu cérebro neste sentido.

Então nos resta saber: é possível aumentar a inteligência?

É possível aumentar a inteligência?

Imagem de um boneco humano com metade da cabeça aberta mostrando o cérebro.
Photo by David Matos on Unsplash

Lembra da inteligência fluida e da cristalizada? Pois então. Enquanto a primeira tem a ver com fatores biológicos, a segunda tem a ver com o conhecimento que adquirimos durante a vida através dos estudos e das experiências.

Logo, em que pese o fator genético definir muitas de nossas características, que fique claro que não são todas.

O ambiente em que vivemos também é muito importante para o desenvolvimento da nossa inteligência, especialmente nos primeiros anos de vida, fase na qual a plasticidade cerebral é maior e a arquitetura do nosso cérebro ainda está em desenvolvimento.

Pesquisas demonstram que o cérebro responde aos estímulos do ambiente.

Portanto, estar em um ambiente que estimule seu cérebro de maneira positiva, com bons hábitos, estudo, curiosidade e proatividade é uma forma de se tornar mais inteligente.

Essa resposta aos estímulos é comprovada pela neurociência, segundo a qual o cérebro é um órgão plástico, e sendo assim, pode se modificar de acordo com os estímulos. Desta forma, é possível aumentar sua inteligência por meio do treino cognitivo.

Ainda, existem exercícios específicos para treino da capacidade de foco, atenção, raciocínio e memória de trabalho.

A memória de trabalho é a função do cérebro mais importante para quem pesquisa formas de se tornar mais inteligente.

Isso porque ela é a capaz de manter um grande número de informações ativas no cérebro, de modo simultâneo, facilitando o caminho para soluções de desafios no dia a dia.

A melhor maneira de treinar o cérebro é através de atividades que promovam novidade, variedade e desafio crescente, obrigando-o a deixar a zona de conforto e, assim, desenvolver novas conexões entre os neurônios.

Quer saber como ser inteligente? Abaixo listamos 11 dicas para ser mais inteligente. Papel e caneta na mão para anotar tudo e não perder nenhuma dica!

11 Dicas para ser mais inteligente

Se você quer saber como ser inteligente, aqui estão 11 dicas para adotar hábitos das pessoas inteligentes e assim aumentar sua inteligência:

1. Seja curioso o tempo tempo

Tenha interesse pelas coisas que acontecem ao seu redor. Procure entender como elas funcionam, porque acontecem, de onde vem, para onde vão. Existe um mundo inteiro de possibilidades esperando para ser explorado!

Pesquise sobre o que está comendo, sobre uma história que ouviu ou sobre o eletrodoméstico que está aí na sua sala. Todos podem te render boas informações e histórias.

Aproveite que a internet está aí, à sua disposição, e utilize-a de maneira inteligente (não apenas para comprar coisas e acessar redes sociais).

2. Desafie o seu cérebro diariamente

Tente lembrar números de telefone sem consultar a agenda do celular. Vista suas roupas de olhos fechados. Escove os dentes com a mão esquerda (se for destro).

Faça exercícios que estimulem seu cérebro a usar atividades que ele não tem costume. Tirar o seu cérebro da zona de conforto é uma excelente maneira de melhorar sua inteligência!

3. Questione mais, questione tudo

Não aceite nenhuma informação como verdade absoluta até investigá-la. Desconfie do que chega até você e pesquise em fontes confiáveis antes de disseminar qualquer informação.

Aprenda a filtrar as notícias e não passe adiante nada sem ter certeza sobre a veracidade.

Não acredite em tudo o que te falam: as pessoas mentem e são, às vezes, maliciosas. Dê sempre o benefício da dúvida para o que te falam (neste caso, o benefício é para você, não para quem fala).

4. Estabeleça um horário para ler notícias

Foto de um homem sentado em um banco lendo um jornal
Photo by Roman Kraft on Unsplash

Tire alguns minutos do seu dia para se inteirar sobre o que acontece no mundo. Mas vá além das manchetes e busque compreender o que está acontecendo, os motivos daquilo está acontecendo e quais seriam as possíveis soluções.

Informe-se de maneira completa e profunda. Não esqueça de procurar por fontes confiáveis (evite acreditar nas fake news).

Além de melhorar sua leitura, este hábito fará com que você tenha mais confiança para conversar sobre qualquer assunto.

Se não tiver tempo para ler as notícias ou simplesmente preferir, você pode se informar através de podcasts. Esse formato de informação está bastante em alta e tem muito conteúdo bom disponível de forma gratuita.

5. Crie o hábito de aprender algo novo

Essa é a melhor forma de se tornar mais inteligente: aprendendo. Aprenda coisas sobre sua profissão, mas também fora dela.

Desenvolva habilidades, faça cursos, aprenda uma nova língua, um instrumento ou um esporte.

Qualquer coisa que você aprenda vai estimular seu cérebro de forma a ampliar sua inteligência.

6. Aprenda mais ainda ensinando o que sabe

Uma das melhores formas de aprender, é ensinando. Quando explicamos algo que aprendemos a outras pessoas, fixamos os conceitos em nossa memória.

Essa é também uma maneira de aplicar aquilo que você aprendeu. Porque o conhecimento só é útil, se aplicado. Aprender e guardar para si de nada adianta.

Estimule seu cérebro explicando assuntos complexos e fáceis para qualquer pessoa. Conte sobre o que leu para seus amigos, mostre para sua família os novos conceitos que está aprendendo, compartilhe suas experiências com os colegas de trabalho.

7. Leia resumos de livros nas pausas para o café

Durante o dia, em vez de navegar sem rumo na internet ou ficar de olho na vida alheia através das redes sociais, experimente ler resumos de livros sobre assuntos do seu interesse.

Em poucos minutos você pode adquirir preciosos conhecimentos e aprender valiosas lições, que agregarão muito à sua inteligência cristalizada.

8. Escreva um diário, blog ou só anote na agenda

Mas escreva! Escrever suas ideias é fundamental para potencializar a sua inteligência.

Você não precisa escrever todo dia, embora isso seja o ideal. Mas anote os pontos-chaves de cada assunto sobre o qual se informar, para consultar posteriormente e também para fixá-lo na sua memória.

É comprovado que a escrita ajuda a reter os dados com mais facilidade.

9. Assista palestras e documentários

Aproveite para aprender com o conhecimento e experiência de outras pessoas.

Assista a documentários sobre assuntos diversos e TED Talks, que são palestras rápidas com objetivo de compartilhar alguma ideia ou reflexão sobre um assunto que está em destaque naquele período.

Tanto nos documentários quanto nas palestras, você recebe um conteúdo “mastigado”, isto é, algum dedicou tempo e energia a estudar e pesquisar o assunto e agora está transferindo a você os principais aspectos sobre ele.

10. Ouça podcasts

Existem podcasts sobre inúmeros assuntos e para todos os gostos: longos, curtos, sérios, despojados.

Ouça podcasts no trânsito. Mesmo que você leve apenas 10 minutos de casa até o trabalho ou até a faculdade, aproveite esses minutinhos para adquirir novos conhecimentos sobre qualquer assunto.

Desde palestras interessantes, audiobooks ou até mesmo podcasts de seus autores favoritos. Essa é uma forma prática, rápida e eficiente de ampliar sua gama de conhecimentos.

11. Por último, mas não menos importante: cuide da sua saúde!

Homem enchendo garrafa de água na torneira. No balcão da pia, algumas verduras.
Photo by Bluewater Globe on Unsplash

Sim, meu caro. Você já está cansado de saber que precisa cuidar da sua saúde física e mental.

Mas o óbvio também precisa ser dito. Listamos abaixo algumas dicas para cuidar da sua saúde e assim aumentar sua inteligência:

  • Beba 2 copos de água ao acordar, nos primeiros 30 minutos do dia: assim você compensa o déficit líquido que você teve durante o sono. Estudos mostram que beber mais água aumenta a capacidade para executar as tarefas mentais.
  • Beba chá verde: o chá verde contém um aminoácido (L-teanina) que provoca o aumento das ondas cerebrais. Isso significa que o chá verde vai relaxá-lo sem induzir a sonolência, melhorando a capacidade de concentração e a saúde cardiovascular.
  • Não consuma açúcar durante o dia: cuide para não ingerir doses de açúcar nos momentos em que precisa se concentrar. Altos níveis de açúcar interferem no funcionamento do cérebro.
  • Preste atenção na sua alimentação: a alimentação tem um papel muito importante na oxigenação do cérebro. Existem alimentos que impactam positivamente em nossa saúde mental, como o salmão, abacate, brócolis, azeite de oliva, cereais integrais, etc. Evite o consumo de alimentos gordurosos e álcool.
  • Exercite-se: a atividade física faz com que o seu organismo fique sempre em movimento. Isso faz os seus neurônios funcionarem com mais agilidade e eficiência.

Como você deve ter notado, todas essas dicas são simples e de fácil implementação na rotina. Se você quer ser mais inteligente, agora sabe por onde começar!

Este artigo tinha a intenção de explicar o que é inteligência e porque ela é tão valorizada, além de trazer algumas dicas para quem deseja aumentar a inteligência. Espero que você tenha gostado. Até a próxima!

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